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quarta-feira, 7 de agosto de 2013

SEVERIANO MELO – Professores continuam lutando pelo piso salarial e posição do executivo municipal potencializa indicativo de greve

Imagens: SINDSERTRIS



Cenário indefinido. Classe insatisfeita. Educação comprometida

Desde o inicio do ano quando os educadores do município de Severiano Melo buscaram junto ao chefe do poder executivo o reajuste que significa alcançar o piso salarial, resguardado por lei nacional em vigor, além de redução da carga horária.

Dentre as tentativas se conheceu as disposições da administração municipal para com a classe. Segundo o SINDSERTRIS sindicato destes servidores, o colocado pela assessoria contábil da prefeitura é a impossibilidade deste reajuste em função de a folha de pagamento sacrificar o limite prudencial observado na lei de responsabilidade fiscal, o que não se discute. Porém, se discute outros pontos, apontados pelos professores e pela presidente do sindicato da categoria professora Emirene, “trata-se do enxugamento da folha”. Noutras palavras comentadas, é chamada a atenção para o assunto quando dito pelo prefeito Dagoberto Bessa em campanha eleitoral que ‘pagaria, era só querer’.

Na manhã de ontem (6), professores se reuniram na sede do SINDSERTRIS para nova assembleia e deliberaram sobre decisões importantes em consequência da resistência da gestão municipal por não dar sinais de soluções imediatas e ainda retroativas. Foi repassada a proposta da prefeitura que pede para aguardarem até Outubro, tempo para baixar o limite prudencial. A ocasião levou todos a adiarem para sexta-feira (9) a decisão sobre a paralisação geral devido à última proposta não agradar, chamada inclusive de proposta zero.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Professores lutam e Prefeito de Severiano Melo promete normalizar horário escolar

Educação

Desde que foi realizada a jornada pedagógica em Severiano Melo surgiu a polêmica em volta do horário escolar para este ano. Quando tudo parecia o esperado, ou seja, as aulas com seus horários normais sendo pela manhã das 7hs às 11:30, a tarde das 13hs às 17:30 e se a noite, das 7hs às 10:30. Pois apareceu o tal ‘X’ da questão, de que seria continuado pela secretaria Municipal de educação o horário alternativo adotado ano passado (2011), sendo apenas dois turnos, o da manhã e o da tarde/noite que compreende das 7hs às 11:30 e 16hs às 20:30 respectivamente.

Não vendo razão para o novo horário, o presidente do sindicato Ediceu Torres e professores da rede Municipal se movimentaram na manhã desta quarta-feira 29, e tentaram junto ao Prefeito Silvestre Monteiro a condição de se repor o horário tradicional tendo em vista algumas percas notadas do ano passado para o corrente. Com isto argumentou-se a evasão escolar onde alunos prometem sua matrícula em outros Municípios. Por outro lado, pais se negam a matricular os filhos no novo horário temendo pouco rendimento entre outros prejuízos. “Prova disso é a super lotação das turmas no matutino, único horário ainda normal” disse Prof. Ediceu

Silvestre prometeu perante os professores que seria considerado o horário normal de sempre e logo chamou o secretário competente para que evidencie o decreto.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Estados e Municípios que não reajustaram piso do magistério terão que pagar retroativo

Mais um ano letivo começou e permanece o impasse em torno da Lei do Piso Nacional do Magistério. Pela legislação aprovada em 2008, o valor mínimo a ser pago a um professor da rede pública com jornada de 40 horas semanais deveria ser reajustado anualmente em janeiro, mas muitos governos estaduais e prefeituras ainda não fizeram a correção.

Apesar de o texto da lei deixar claro que o reajuste deve ser calculado com base no crescimento dos valores do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), governadores e prefeitos justificam que vão esperar o Ministério da Educação (MEC) se pronunciar oficialmente sobre o patamar definido para 2012. De acordo com o MEC, o valor será divulgado em breve e estados e municípios que ainda não reajustaram o piso deverão pagar os valores devidos aos professores retroativos a janeiro.

O texto da legislação determina que a atualização do piso deverá ser calculada utilizando o mesmo percentual de crescimento do valor mínimo anual por aluno do Fundeb. As previsões para 2012 apontam que o aumento no fundo deverá ser em torno de 21% em comparação a 2011. O MEC espera a consolidação dos dados do Tesouro Nacional para fechar um número exato, mas em anos anteriores não houve grandes variações entre as estimativas e os dados consolidados.

“Criou-se uma cultura pelo MEC de divulgar o valor do piso para cada ano e isso é importante. Mas os governadores não podem usar isso como argumento para não pagar. Eles estão criando um passivo porque já devem dois meses de piso e não se mexeram para acertar as contas”, reclama o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão. A entidade prepara uma paralisação nacional dos professores para os dias 14,15 e 16 de março. O objetivo é cobrar o cumprimento da Lei do Piso.

Se confirmado o índice de 21%, o valor a ser pago em 2012 será em torno de R$ 1.430. Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950. Na Câmara dos Deputados tramita um projeto de lei para alterar o parâmetro de reajuste do piso que teria como base a variação da inflação. Por esse critério, o aumento em 2012 seria em torno de 7%, abaixo dos 21% previstos. A proposta não prosperou no Senado, mas na Câmara recebeu parecer positivo da Comissão de Finanças e Tributação.

A Lei do Piso determina que nenhum professor pode receber menos do valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. Questionada na Justiça por governadores, a legislação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado. Entes federados argumentam que não têm recursos para pagar o valor estipulado pela lei. O dispositivo prevê que a União complemente o pagamento nesses casos, mas desde 2008 nenhum estado ou município recebeu os recursos porque, segundo o MEC, não conseguiu comprovar a falta de verbas para esse fim.

“Os governadores e prefeitos estão fazendo uma brincadeira de tremendo mau gosto. É uma falta de respeito às leis, aos trabalhadores e aos eleitores tendo em vista as promessas que eles fazem durante a campanha de mais investimento na educação”, cobra Leão.

Amanda Cieglinski Repórter da Agência Brasil
Edição: Graça Adjuto

domingo, 3 de julho de 2011

Professores de Severiano Melo movimentam greve na educação do RN em eventos juninos

Fotos: Ana Clarisse


Sorim, Jairton, Aroldo, Glória e Tereza


Dois meses de paralisação




Na Cidade de Severiano Melo os eventos juninos não serviram somente de cultura popular em comemorações ao São Pedro conhecido por Santo das chuvas, quadrilha, festa de rua...

...este ano viu-se e registrou-se, Professores da rede estadual de ensino em greve a dois meses, se movimentaram em grupo distribuindo panfletos e informativos da causa. O local escolhido pelos profissionais da educação foi o ginásio de esportes onde foi realizado o campeonato de futsal Seu Pedroca 2011, lá estava o público alvo para a entrega do material explicativo em defesa das reivindicações do sindicato.

Como nas fotos, os professores se apresentaram ‘claramente vestidos de preto’ simbolizando o protesto ao Governo do Estado. Segundo os professores, é preciso além da sensibilidade do próprio governo, a dos familiares dos alunos também, “isso serve para todos entenderem que é preciso lutar por nossos direitos” defendeu o grupo.

Entre os papeis distribuídos pelos os professores com os seguintes temas o que mais se destacou foi: “APELO DE UMA MÃE”, entre os outros foram: ”o que você precisa saber sobre a greve da educação”, “A educação está na luta para apressar o fim do atraso”, “Tudo o que a Governadora não quer que você saiba sobre as finanças do Estado e a onda de greves”.