Mostrando postagens com marcador Emprego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Emprego. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 16 de março de 2012

Geração de empregos em fevereiro tem o pior resultado dos últimos três anos

Brasília - O Brasil criou em fevereiro 150,6 mil empregos formais, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados hoje (16) pelo Ministério do Trabalho. Se, por um lado, o número supera o resultado de janeiro, quando foram criados 118,9 mil empregos, por outro representa menos da metade dos empregos criados no mesmo mês de 2011 (347 mil).

Na estatística do ministério, foi o pior mês de fevereiro nos últimos três anos. Somando os dois primeiros meses do ano, foram abertas 293.987 vagas, bem menos do que os quase 500 mil empregos criados no primeiro bimestre de 2011.

Roberta Lopes Repórter da Agência Brasil
Edição: Vinicius Doria

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Taxa de desemprego aumenta para 9,5% em janeiro, indicam Dieese e Fundação Seade

A taxa de desemprego subiu de 9,1%, em dezembro, para 9,5% em janeiro, na média das sete regiões metropolitanas onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) fazem mensalmente a Pesquisa de Emprego e Desemprego.

O total de desempregados foi estimado em 2,1 milhões, o que representa um acréscimo de 104 mil em relação ao número registrado no mês anterior. Foram criados 16 mil postos, mas a quantidade de pessoas que passaram a disputar uma vaga no mercado de trabalho foi bem maior do que esse número, 120 mil.

As maiores chances de conseguir um emprego foram constatadas na construção civil, que abriu 30 mil postos de trabalho, 2,3% acima do total do mês anterior. Em seguida, aparece o setor de serviços, com oferta de 26 mil vagas (alta de 0,2%).

No grupo chamado outros setores (que inclui serviços domésticos, por exemplo), o número de empregos teve um leve acréscimo de 0,4% e chegou a 6 mil. Já no comércio, houve estabilidade, com 3,2 mil vagas ofertadas, e na indústria foram fechados 45 mil postos de trabalho, o que representa uma queda de 1,5% em relação ao resultado de dezembro.

O levantamento indica ainda que o rendimento médio dos assalariados caiu 0,4% e ficou em de R$ 1.510 em dezembro.

Marli Moreira Repórter da Agência Brasil
Edição: Juliana Andrade